Nicarágua melhorará condições de tráfego e de segurança do sistema viário nacional com ajuda do BID

05 de Novembro de 2009 1:22pm
godking

O Banco Interamericano de Desenvolvimento aprovou hoje uma linha de crédito de US$ 43,5 milhões para ajudar a Nicarágua a melhorar as condições de tráfego e de segurança do sistema viário nacional, integrando diferentes regiões e contribuindo para o desenvolvimento social e econômico sustentável do país.

Os fundos proporcionarão financiamento adicional para completar e expandir obras civis de recuperação, ampliação e pavimentação de estradas contempladas por empréstimos anteriores do Banco.

Em particular, o novo empréstimo complementará três empréstimos anteriores aprovados em 2004 e 2005 em um total de US$ 116 milhões para construção de rodovias na Nicarágua, cujos custos aumentaram de forma substancial, devido, principalmente, à elevação dos preços mundiais do petróleo e das despesas de construção.

Quando as obras estiverem concluídas, o tempo de viagem terá uma redução média de 54% para carros, 53% para ônibus e 57% para caminhões pesados.

Embora o transporte rodoviário seja o meio predominante de deslocamento de pessoas e bens na Nicarágua, apenas 10% dos 21.000 km da rede de autoestradas e estradas secundárias do país são rodovias pavimentadas de boa qualidade. E, dos 15.000 km de estradas de terra, cerca de metade só são trafegáveis durante a estação seca.

Além de produzir os benefícios previstos para os usuários das estradas nacionais - incluindo usuários individuais, empresas de transporte e passageiros -, os fundos também beneficiarão produtores, em especial agricultores das regiões de Chontales e Rio San Juan, e todas as atividades econômicas na área de influência, por melhorar o acesso a fornecedores, clientes e mercados.

A linha de crédito consiste em um empréstimo complementar de US$ 21,75 milhões do capital ordinário do Banco por um prazo de 30 anos, incluindo um período de carência de 5 anos e meio, com taxa de juros baseada na Libor, e um crédito concessional de US$ 21,75 milhões do Fundo para Operações Especiais, com prazo de 40 anos, 40 anos de carência e taxa de juros de 0,25%.

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